Contrato com o paciente, consentimento e documentação do atendimento
O tratamento começa com um orçamento verbal, o paciente desiste no meio, cobra devolução integral, ou fica insatisfeito com o resultado e diz que não foi informado sobre o risco. Em tratamentos longos, como os odontológicos e os estéticos, a frequência é ainda maior.
Por que exige atenção jurídicaA relação com o paciente é de consumo, e o dever de informação recai sobre a clínica. O contrato define escopo, número de sessões, o que não está incluído, política de faltas e regras de cancelamento. O termo de consentimento, quando específico e assinado, é a prova de que o risco foi explicado.
O que costuma dar errado
- Trabalhar com orçamento sem contrato, o que torna o escopo indefinível depois.
- Usar termo de consentimento genérico, igual para qualquer procedimento.
- Prometer resultado em contrato, mensagem ou anúncio, o que transforma obrigação de meio em obrigação de resultado.
- Não registrar no prontuário as orientações dadas e as intercorrências.
Como o escritório atua
- Contrato de prestação de serviços de saúde, por especialidade
- Termos de consentimento específicos por procedimento
- Política de faltas, cancelamento e reembolso
- Revisão de contratos e documentos da clínica
