Desenvolvimento de software sem escopo, aceite e titularidade definidos
O projeto é fechado por proposta comercial e algumas trocas de mensagem. No meio do caminho o cliente pede mudanças que não estavam previstas, discorda de que a entrega está pronta e segura o pagamento. No fim, ainda reivindica o código, incluindo bibliotecas internas da própria casa de software.
Por que exige atenção jurídicaEscopo, critério de aceite, procedimento de mudança e titularidade do código são cláusulas distintas, e cada uma resolve uma discussão diferente. Sem critério de aceite objetivo não há como dizer que a entrega venceu o marco. Sem cláusula de propriedade intelectual, a titularidade do que foi desenvolvido fica em aberto e alcança componentes reaproveitáveis que a empresa usa em todos os projetos.
O que costuma dar errado
- Fechar por proposta comercial, sem contrato com escopo e marcos.
- Não ter procedimento de mudança de escopo, o que torna todo pedido extra uma negociação.
- Deixar a titularidade sem cláusula, cedendo na prática o que era reaproveitável.
- Não registrar o aceite de cada entrega, o que enfraquece a cobrança.
Como o escritório atua
- Contrato de desenvolvimento com escopo, marcos e critério de aceite
- Cláusula de propriedade intelectual e de componentes reaproveitáveis
- Revisão do contrato antes da assinatura
- Cobrança das entregas aceitas e não pagas
